quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Vó da Julia( Tudo para bebês)

Amados quero compartilhar algo novo que esta acontecendo em minha vida
Serei Vovô, e a princesa Júlia esta chegando por isto vou postar tudo que tenho sobre berçario bebês e chá de bebés , que alias o da Julia foi MARAVILHOSOOOOOOOOOOOO, toda família agradece a presença de amigos e parentes que compareceram beijos a todos,

Esta e a minha princesa Julía com 31 semanas (Com esta idade já nas pagiunas da internet rsrsr)




ELA CHEGOUUUUUUU A PRINCESA JÚLIA ESTA NA ARÉA





SHANTALA


Shantala

A técnica de massagem da Shantala é milenar e veio da Índia para o Ocidente na década de 1960 trazida pelo obstetra Frédérick Leboyer, criador do famoso método “Nascer Sorrindo”, que reduz o risco de sofrimento do bebê na hora do parto.

Na Shantala, a mãe massageia seu bebê, fazendo carícias com pressões bem leves. Os princípios básicos são: concentração, firmeza, constância, lentidão e ritmo. O toque precisa ser consistente para atingir as camadas mais profundas da pele.
Claro que não é para pegar pesado com os pequeninos. A reação deles é que deve guiar suas mãos.

Se o bebê não estiver gostando, a mãe deve mudar o estímulo. Em geral, a criança aceita o toque, mas algumas ficam agitadas e choram. Se após algumas tentativas ela não se tranqüilizar, é melhor tentar em um outro dia.

A massagem é permitida depois que o umbigo do bebê cai, mas geralmente as mães só se sentem seguras para manipular o filho perto do segundo mês de vida; não se deve esperar demais, pois os maiores de sete meses se mexem muito e isso atrapalha. No entanto, se a criança for acostumada ao toque desde cedo, poderá aproveitar a massagem por vários anos.

O médico Frédéric Leboyer fez um estudo a respeito da Shantala e constatou vários benefícios que ela traz ao nenê. As crianças crescem mais e começam a sentir o próprio corpo em toda a sua extensão. Os músculos são relaxados e requisitados de uma maneira mais efetiva. São mais sadias e calmas, alimentam-se bem, seu sistema imunológico funciona perfeitamente e, desde pequenas, sabem se relacionar com as pessoas.
Psicologicamente há uma grande aproximação entre mãe e filho.

Para a mãe que trabalha fora de casa, os momentos da massagem ajudam a

estabelecer um momento absoluto dela e do bebê, as mães compreenden bem os menores gestos da criança e parece até que o entendimento ocorre só pelo olhar.
Atualmente, um grupo da Universidade Federal de São Paulo busca comprovar que a massagem reduz o estresse dos pequerruchos. No mínimo, o sono melhora, como mostrou o estudo feito no ano de 2004 com nove crianças.
Mais relaxadas, elas dormem profundamente”.
Um artigo inglês publicado neste ano no periódico científico Paediatric Nursing confirma que os toques sistemáticos são relaxantes, aliviam cólicas e ajudam no desenvolvimento motor e psicológico da criança. Mas há outro benefício ainda mais surpreendente: fortalecem o sistema auto-i
mune.

Um toque bem feito reduz a quantidade de um hormônio chamado cortisol. Segundo a cientista americana Tiffany Field, do Instituto de Pesquisa sobre Toque, em Miami, a redução do cortisol permite que as células de defesa sobrevivam, em especial as células natural killers, capazes de combater vírus e até câncer.

Há até mesmo estudos com prematuros mostrando que a massagem estimula o ganho de peso, além de diminuir o tempo de hospitalização; e nem precisa ser uma técnica específica, qualquer pressão moderada com as mãos faz bem.
Vale a pena reservar uma horinha para estreitar o vínculo com o seu filho, pois massageando o corpo todo dele você estabelece um momento para aprimorar o afeto em família.

Lílian Beatriz Salles é fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, terapeuta da mão, hidroterapeuta, gerontóloga e atende na Clifito.

Shantala , uma massagem que os bebês adoram

Comece a praticar já essa técnica e perceba todos os benefícios que ela proporciona a seu filhote: mais calma, menos cólica e um soninho bom

Por Thays Prado/Foto Bruno Gabrieli

Essa massagem para bebê ficou conhecida no Ocidente durante a década de 1970, quando o obstetra francês Frédérick Leboyer passeava pelas ruas de Calcutá, na Índia, e viu uma moça paraplégica, que se chamava Shantala, massageando seu filho. Ele ficou encantado com o ritual de harmonia e ternura entre os dois e voltou ao local onde ela estava por vários dias para fotografar a sequência de movimentos. Ao retornar à França, o médico publicou o livro Shantala: Uma Arte Tradicional, Massagem para Bebês (Editora Ground), traduzido para o português em 1976.

“A prática deve ser feita em silêncio. Durante todo o tempo, há a conexão entre o olhar do bebê e o olhar da mãe e outra linguagem, sem palavras, se estabelece entre ambos”, ressalta Veena Mukti, terapeuta e professora de shantala, de São Paulo.

Segundo o ensinamento mais tradicional, o bebê pode começar a receber esse toque diferenciado depois do primeiro mês de vida. Isso porque, antes disso, fica difícil encontrar uma brecha entre
as trocas de fralda, as mamadas e os longos períodos de sono. Mas, para o pediatra Alessandro Danesi, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, a técnica já pode ser empregada desde os primeiros dias do recém-nascido.

Embora existam crianças que recebam essa massagem até os 7 anos, o pediatra percebe mais resultados até o primeiro ano de vida. Depois disso, a mãe vai precisar de uma habilidade extra para manter o pequeno quieto – daí, vale apelar para uma chupeta ou algum brinquedo para acalmar a criança será bem-vindo.

Shantala: o que fazer quando o bebê ficar arredio

Por Thays Prado
Por mais que a mãe se prepare para fazer a shantala em seu filho, pode ser que ele não goste da massagem e até reaja de maneira arredia. É normal se sentir frustrada quando isso acontece e, nesse caso, a melhor opção é ir com calma. Apenas alisar as mãozinhas ou os pezinhos dele pode ser um bom começo, até que o pequeno se acostume com o toque.

A terapeuta Veena Mukti conta que, quando seu filho mais velho nasceu, bastava colocá-lo na posição da shantala para que ele começasse a chorar. Com o tempo, ela percebeu que a ansiedade de querer fazer a massagem perfeita, seguindo todas as técnicas, era o que o deixava nervoso.

O pediatra Alessandro Danesi lembra que a massagem traz benefícios também para as mães, que relaxam juntamente com o pequeno. Veena diz que, mesmo as mulheres que ainda não tiveram seu filho e fazem o curso de shantala com bonecas, à medida que fazem os movimentos, vão se acalmando e se equilibrando. Então, é só aprender a técnica e aproveitar!

Como se preparar para a massagem shantala

Por Thays Prado
Para que entre na rotina do bebê, a terapeuta Veena Mukti orienta que a shantala seja praticada diariamente. O horário fica a critério da mãe, desde que a criança não esteja com sono, com fome ou chorando muito. Também é desaconselhável começar uma sessão logo depois da mamada. É importante esperar pelo menos meia hora depois que o bebê mamou no peito ou uma hora, se ele tomar mamadeira – tudo para evitar que o pequeno regurgite.

Se o bebê estiver gripado, com febre ou outro sintoma, a prática deve ficar s
uspensa. Caso ele durma, deixe a massagem para outro momento. Especialmente no verão, se a pele dele estiver sensível ou com brotoejas, evite a massagem e o uso de óleo.
Para as crianças que têm refluxo, é sempre bom colocar uma almofada sobre as pernas da mãe para que a cabecinha não fique tão baixa. Além disso, procure se proteger com uma fralda – afinal, quando o bebê relaxa, o intestino tende a funcionar.

O toque é firme, de modo que a mãe sinta a musculatura do bebê, mas a intensidade precisa ser confortável para os dois. O óleo vegetal puro – prefira os de farmácias de manipulação – ajuda a esquentar as mãos e facilita o deslizamento pelo corpo da criança.

Para as crianças que têm refluxo, é sempre bom colocar uma almofada sobre as pernas da mãe para que a cabecinha não fique tão baixa. Além disso, procure se proteger com uma
fralda – afinal, quando o bebê relaxa, o intestino tende a funcionar.

O estado emocional de quem aplica a shantala influencia o bem-estar do pequenino. Por isso, em dias tensos, a sugestão é que, antes de pôr as mãos à obra, a mãe tome um banho relaxante, respire fundo e fique em silêncio.

Originalmente, a shantala era realizada pela mãe, mas, no Brasil, os terapeutas estimulam os pais e as pessoas próximas a também praticar a técnica.

BENEFICIOS DA SHANTALA

Alivio das colicas

menos chorosa

mais relaxadas

mais tranquilisa

estimula a coluna vertebral

melhora a respiração( já que a massagem expande a caixa torácica)

auxilia o funcionamento do intestino e estômago

Shantala alivia cólicas e deixa bebê mais tranqüilo

abre o apetite

almenta a capacidade de sociabilidade da criança quando adulta

auxila na dentição

aumenta a imunidade do bebê( já que a massagem aumenta a glândula TIMO)

Por Thays Prado
• A shantala ainda traz a consciência corporal. “A criança ganha mais noção de espaço e dos limites do seu corpo, se movimenta melhor. À medida que ela vai crescendo, não cai
com facilidade e não esbarra tanto nas coisas enquanto anda de um lado para o outro”, lembra a terapeuta Veena Mukti.

• Um benefício extra é proporcionado para os bebês que nasceram de cesárea. Como não receberam a massagem original, ao passar pelo canal da vagina, eles podem se beneficiar muito dos movimentos da shantala.

Fonte :www.bebe.abril.com.br


BANHO O-FURÔ

Para completar a shantala um banho melhor ainda se for de Ofurô
a técnica e SIMPLES e MUITOOOO barata para fazer não precisa de nenhum utencílio caro
esta ao alcance de todos MESMOOOOOO e uma otima tatica para projectos de berçario convocar as mães e já cuidar e evangelizar mãe e bebês. Dayse Dutra Pastora de Criança

Balde-Ofurô para Banho do Bebê

O Balde-Ofurô é uma opção diferente para o banho do bebê, porque oferece uma oportunidade de relaxamento através da imersão na água, a exemplo dos banhos de ofurô.

A água quente (37 a 38ºC) é relaxante, analgésica e organizadora, imita o ambiente intra-uterino e permite melhora nos estados de agitação, insônia e cólica dos bebês.

Os baldes são semi-transparentes, nas versões rosa, azul e verde.

Os banhos podem ser dados desde o primeiro dia de vida até quando o bebê ainda couber (4 a 6 meses de idade). Não é necessário o uso de outro tipo de banheira. Nas primeiras semanas é preciso ajuda para que um adulto segure o bebê e o outro passe sabonete. Depois de um tempo o bebê fica mais firme e uma só pessoa pode dar conta.

Se for de preferência dos pais, o bebê pode usar o ofurô só para relaxar, depois de um banho na banheira tradicional. O bebê pode ser banhado embrulhado (se for só para relaxamento) ou nu (se for feita a higiene também).


fonte: www.maternidadeativa.com.br/balde.html

POR QUE BANHO DE BALDE???

A príncipio, pode parecer estranho, mas olhe a carinha de Massimo, um dos filhos gêmeos de Suzy Rêgo e Fernando Vieira, tomando banho de banheira , e depois olhe ele com os pais no banho de balde. No segundo caso, o bebê está calmo, relaxado, e é baseado nisso que os papais de primeira viagem adotaram a técnica.



ESTIMULAÇÃO.

Por isso lembre-se, pouca estimulação, pouco desenvolvimento e aprensizagem, mais estimulação, maior o desenvolvimento. Seguem algumas dicas práticas para você realizar com o seu bebê em casa, na igreja, na escola, sempre que puder:

Estimulando seu bebê
Todos os bebês precisam de estímulos para desenvolver-se intelectualmente, fisicamente e emocionalmente. Estimulando o bebê você vai notar grande desenvolvimento nestes três sentidos. Sem falar que enquanto você estimula o seu bebê você está criando laços afetivos com ele, e isso é o que há de melhor nesta hora. O estímulo deve ser de acordo com idade do seu bebê. Cada bebê é único, por isso não é aconselhável à comparação entre dois bebês. Cada um aprende no seu tempo. Quando se bebê estiver
pronto, ele vai pegar objetos, engatinhar, andar, falar, etc.
Estímulo para bebês de: 0 – 3 meses
Massagem no corpo: um dos primeiros contatos que o bebê tem com o mundo é o das mãos. O tato é o seu sentido mais desenvolvido. Por isso faça uma massagem bem g
ostosa usando um óleo ou um loção hidratante para bebês. Faça movimentos suaves, um toque não muito firme, mas também não muito leve. Certifique-se que o bebê não é alérgico ao óleo ou ao hidratante.
Boca Sonora: seu bebê vai adorar quando você faz barulhos com a boca. Imite sons de animais, estale a boca fazendo barulho de beijos, assobie... Crie vários sons, você notará que seu bebê vai amar... Só não faça sons que as
sustem ou muito altos, porque a reação do bebê será contrária da que se espera.Conversa de Barriguinha: coloque o seu bebê deitado de barriga para cima ajoelhando-se ao lado dele. Encoste sua boca na barriga do bebê e diga palavras, variando sons e altura da voz. Ao terminar dê um beijinho na barriga dele e olhe para ele sorrindo. Seu bebê vai amar!

Cadê?: Coloque o seu bebê sentado e sente na frente dele. Tenha vários objetos e brinquedos coloridos perto de você. Mostre o brinquedo para o bebê. Depois cubra o brinquedo com um paninho. Diga ao bebê: Cadê? Ou Sumiu! Espere alguns segundos e descubra o brinquedo e diga Achou!

3 – 6 meses
Continue fazendo o que fazia nos primeiros meses, como massagem, boca sonora e cadê? e acrescente: Pega-pega: Diferente do pega-pega que conhecemos, esse pega-pega é para estimular o bebê a pegar objetos. Desde já tenha mordedores macios para que eles possam morder e coçar a gengiva quando vierem os dentes. A outra função dos mordedores é estimula
r o bebê a pega-los. Coloque o bebê de barriga para cima, pegue o mordedor onde obebê possa ver. Encoste o mordedor nas mãozinhas o bebê e leve até onde ele possa ver. Você notará que ele tentará pegar o mordedor.

Rolar: Coloque um cobertor no chão, de preferência encima de um tapete. Coloque o bebê encima do cobertor no meio. Levante devagar um lado do cobertor enquanto conversa com o bebê. Vai puxando até o bebê rolar e ficar de bruços. Quando isso acontecer, bata palmas, sorria e mostre a sua alegria ao bebê. Repita até o bebê se cansar.Logo ele estará rolando sozinho.

6 – 9 meses
Continue estimulando o bebê com as algumas das brincadeiras anteriores e acrescente:Barulhos: pegue panelas, potes plásticos e uma colher de pau. Mostre ao bebê batendo a colher de pau nas panelas e potes plásticos. Nesta idade bebê adora barulho. Dê a colher de pau a ele e f
ique de olho. Deixe que o bebê bata e faça bastante barulho. Ele vai amar.Livros, figuras, bichos de pelúcia: Imprima ou compra livros próprios para bebês com figuras de animais, comidas, flores, etc. Mostre a ele cada figura e vá dizendo o nome de cada uma delas. Embora ele não saiba repetir estará entendendo tudo e acrescentando cada vez mais palavras ao seu vocabulário.

Túnel: Quando seu bebê engatinhar, coloque no caminho dele uma caixa de papelão maior do que ele para que ele consiga passar dentro do túnel. Fique do outro lado chamando o bebê. Fazendo isso além de aventurar-se o bebê estará desenvolvendo sua capacidade cognitiva e raciocínio além de percepção mais aprofundada eaprenderá a solução de problemas.

9 – 12 meses
Continue com os estímulos anteriores e acrescente: Túnel com 3 caixas: agora além da primeira caixa tem mais 2!!! Coloque as caixas e dentro das caixas bichinhos de pelúcia para serem obstáculos. Vá para o outro lado da caixa e chame o bebê. Isso estimula a exploração de ambientes novos, e além disso tem obstáculos que ajudam o bebê a solução de problemas e desenvolve o corpo.

Caiu! : Use caixas de leite ou blocos próprios para bebês. Coloque o bebê sentado e ao redor dele os blocos. Mostre a ele como se constrói os blocos e peça que ele faça o mesmo. Quando a torre estiver pronta deixe o bebê derrubar. Faça isso até o bebê se cansar. Essa atividade ajuda o bebê a conhecer causas e efeitos.Essas atividades estimulam o bebê a desenvolverem seus sentidos e a perceber melhor o mundo a sua volta. Mas lembre-se que cada bebê tem o seu ritmo e não force-o a fazer nada que ele não queira. Bom divertimento!


Brincadeiras para bebês do nascimento aos 3 meses –
Quem disse que recém nas
cidos não brincam??


* CRIANDO MOVIMENTOS *
. Os bebês adoram olhar para o rosto de alguém, principalmente de pessoas que amam
· Faça diferentes expressões faciais e sons para desenvolver a visão e a audição do bebê

Algumas idéias:
Ø Cante uma música e faça movimentos exagerados com a boca
Ø Pisque os olhos, faça contorções com a boca
Ø Faça sons com os lábios, finja tossir ou bocejar.

O que diz a pesquisa cerebral:

Por volta dos dois meses, os bebês conseguem distinguir os traços de um rosto.

* BRINCADEIRAS COM O CHOCALHO *
Segure um chocalho em frente ao bebê e agite-o delicadamente.
Ao sacudir o chocalho, cante uma música de louvor a Deus da qual goste.
Quando tiver certeza de que o bebe está olhando para o chocalho, mova-o lentamente para o lado e cante de novo o mesmo louvor.
Continue mo
vendo o chocalho para lugares diferentes do quarto e veja se o bebê vira a cabeça na direção do som.
Coloque o chocalho na mão do bebê e cante o louvor de novo.
Os bebês adoram música e, mais tarde, quando estiverem prestes a falar, vão tentar imitar os sons que ouviram.

* QUEM É ESSE BEBÊ? *

Sente-se na frente de um espelho com seu bebê no colo.
Diga: “quem é esse bebê?, acene com a mãozinha de seu bebê e
diga: Oi bebê!
Pergunte: Onde está o pé do bebê? Acene com o pezinho dele e diga: Oi, pé!
Quem fez o pezinho do bebê? (falar o nome da criança), foi Deus!
Continue fazendo perguntas e mexendo em partes diferentes do corpo do bebê.
Encoste a cabeça na dele, faça tchauzinho, bata palmas, etc...

O que diz a pesquisa cerebral:

Frases curtas aceleram o desenvolvimento do processo de aquisição da linguagem.

Brinquedos e jogos

O jogo, o brinquedo é um aspecto fundamental na vida dos bebés. É através do jogo que o bebê se expressa: pensamentos, vontades, necessidades e sentimentos em relação ao mundo que o rodeia. O jogo deve ser um verdadeiro elemento de estimulação e não apenas um mero “passatempo”. Para isso, é necessário saber que habilidades do bebê devemos estimular, tendo em conta o seu desenvolvimento desde o nascimento até aos 6 meses: a capacidade manipulativa dos bebés ainda é limitada, e eles relacionam-se com o mundo através da vista, ouvido e tato.

Gostam de ver as caras próximas e preferem os objetos com movimento, som e de cores vivas. Brinquedos móveis: as coisas que se movem despertam a atenção do bebê. Pode-se pendurar brinquedos móveis próximo do bebé, para que ele os veja. Alguns modelos têm peças de substituição para variar a composição. Mordedores e brinquedos de apertar: anéis ou outras formas de borracha, fáceis de agarrar e que podem ser levados à boca. Bolas e brinquedos moles: os mais adequados são os mais simples e de textura variada.

Fotografias plastificadas e espelho de bebê: colados nos lados do berço, para que a criança os veja. Guizos, campainhas, brinquedos sonoros: brinquedos que emitem sons ao puxar, agitar, apertar, chupar ou tocar.

Crianças dos 7 aos 12 meses: nesta idade o bebê recorda conceitos simples, identifica as partes do seu corpo e as pessoas que vê com frequência. Entusiasma-se com os objectos, estuda-os ao metê-los e tirá-los de uma caixa, procura-os se estão escondidos. Imita sons e já no fim desde período, está quase a andar. Sempre-em-pé sonoros: podem ser colocados na mesa onde come ou próximos da sua cadeirinha para que os manipule.

Bolas: são aptas as duras ou moles, de tamamnho adequado. Brinquedos com rodas: carros, autocarros ou animais que se desloquem sobre rodas grandes de plástico ou borracha. Livros de tecido ou plástico: com ilustrações grandes e simples, de tamanho adequado de forma a ser agarrados, sacudidos ou mordidos. Cubos grandes e moles: o bebê pode brincar com os cubos e construir coisas além de comprimi-los e lançá-los. Bonecos de peluche: devem estar bem confeccionados e feitos de uma única peça. Recipientes, taças e brinquedos que flutuem: para brincar na água, por exemplo, ao tomar banho.

Crianças dos 12 aos 18 meses: nesta etapa a criança anda, segue os adultos a todas as partes e imita-os. Já adquiriu uma certa destreza manual e desfruta manipulando objetos que ampliem a sua prática. Além disso, já diz várias palavras e compreende certas idéias e, por isso, gosta que lhe contem histórias.Livros: os melhores são os que têm ilustrações, de texturas variadas para tocar e proporcionar sensações.

Brinquedos e caixas musicais: despertam-lhe muito interesse os que fazem ruído ao moverem-se. Veículos: já pode manipular veículos mais sofisticados do que os da etapa anterior, de madeira ou borracha.

Crianças de 18 meses a 2 anos: Até aos 2 anos a criança não gosta de compartilhar e, ainda que o faça, prefere brincar sem companhia. Entretem-se sozinha mais tempo, com brinquedos que possa manejar sem ajuda, sobretudo se estes imitarem as atividades dos adultos. Brinquedos :Bonecas: as melhores para esta idade são as laváveis e que se possam vestir e despir.Martelos: uma caixa de ferramentas com pregos de madeira ou plástico reforça a coordenação e serve para canalizar as energias que têm de sobra.

Brinquedos de seleccionar e enfiar: as formas geométricas para introduzir e as contas de enfiar ensinam a diferenciar os contornos e fomentam a destreza manual (coordenação óculo-manual). Massinha: para aprender a modelar( procure no blog a receita caseira de massa para os pequenos). Brinquedos com rodas para puxar: os melhores são os que se possam usar dentro e fora de casa.Telefones de brincar: satisfazem a curiosidade pela conversação. Brinquedos musicais: os mais simples podem servir para acompanhar canções infantis ou para apenas fazer “ruído”

Crianças de 2 a 3 anos e meio: nesta idade, a independência, a linguagem e muitas destrezas novas desenvolvem-se rapidamente. Não se pode perder de vista a criança porque ainda não tem a sensação do perigo. Gosta de construir e destruir, reunir e separar; diverte-se com tudo aquilo que sabe fazer. Brinquedos Disfarces: os disfarces fomentam muito a imaginação e o “eu sou um…”Todo o tipo de construções: reforçam os conceitos de espaço e tamanho, assim como a coordenação olho/mão, Guaches, aquarelas e tesouras: já pode tentar participar em actividades mais complexas.

As tesouras devem ser de ponta redonda. Estes materiais despertam a sua criatividade e originalidade. Brinquedos de manipular: podemos começar com os que desenvolvem a motricidade fina (passar peças de um lado para o outro, enroscar e desenroscar peças de madeira sobre um eixo…).Jogos simples e quebra-cabeças com peças grandes: devem ser escolhidos aqueles com temas conhecidos para jogar sozinha ou acompanhada. Ferramentas, objectos domésticos: pode-se pedir que colabore em tarefas simples como retirar as migalhas da mesa com uma escova.

A sua imaginação potenciará novos usos destes materiais, favorecendo o jogo simbólico. A partir dos três anos e meio, as crianças começam a ter uma personalidade cada vez mais definida e gostos próprios, em função dos quais escolherá os seus jogos e atividades que, em grande parte, serão determinados segundo a estimulação anterior dos pais e dos adultos que o rodeiam e dos companheiros habituais de jogos.

*ENSINO BÍBLICO (evangelização)
*INTERAÇÃO,
ATENÇÃO E AMOR,CARINHO E CUIDADO

*ESTÍMULO, COMUNHÃO E SOCIALIZAÇÃO

*LOUVOR( musicalização)

*APRENDIZADO,EXPLORAÇÃO,DESCOBERTAS

*ORAÇÃO( ministração)





ATIVIDADES PARA MATERNAL E BERÇARIO
Crianças de 4 anos já começa a brincar com jogo de regra, tem algumas atividades de movimento que eles amam fazer!!!

- CAMINHO COM OBSTÁCULO (linha desenhada no chão pra eles andarem por cima, uma mesa pra passarem por baixo e dois bambole pra pularem dentro, aí vc pões todo mundo sentadinho e vai chamando um por um, isso é bom até como forma de vc avaliar a lateralidade dos seus alunos e trabalhar o respeito pela vez do amigo)

- BRINCADEIRA COM BEXIGA (vai falando que tipo de movimento eles tem que fazer: colocar a bexiga na cabeça, na barriga,no joelho, depois jogar para cima com o nariz, depois com uma mão, depois com o pé... vai inventando.. depois dos movimentos amarra a bxiga num barbante e deixa eles brincarem livremente)

- SERPENTE (canta a música: Essa é a história da serpente/ que desceu do morro/ para procurar um pedacinho do seu rabo/ ei!!! vc também (e aponta pra um aluno)/ é um pedaço do meu rabãão ão ão ão.
Este aluno q vc apontou deverá passar por debaixo da sua perna e ir formando uma fila, aí canta de novo e continua a brincadeira, vai formar ma fila bem grande. Eles amam passar por de baixo da perna dos amigos.)

Caixa Pedagógica

Simples mas com um resultado maravilhoso as crianças amam, fiz na minha igreja, o problema e que os maiores também gostam , se não separar os pequenos e maiores da uma briga rsrsrsrs, abaixo as fotos da caixa que fiz e outra da internet

Materiais:
uma caixa grande de papelão (de fogão, de máquina de lavar, etc);
EVA de várias cores;

caixinhas de vários tamanhos forradas;
potinhos decorados com fita adesiva colorida (iogurte e outros);

Procedimento: Fazer cortes em duas laterais da caixa de maneira que as crianças possam entrar e sair, cubra a caixa com EVA, fazendo cortes de diferentes formas para que as crianças introduzam os elementos: cubos, bolas, potinhos, caixas. Com esse brinquedo as crianças podem explorar a caixa,
introduzir objetos de acordo com o formato, esconder-se, buscar elementos e outras
propostas que surgirão deles mesmos.






A CRIANÇA FALANDO DE LIMITES

Quando fui gerado, cresci numa bolsa, dentro de minha mãe. Nós dois construímos um cordão que nos ligava. Eu não percebia que este espaço era tão pequeno; no início, tinha impressão que o universo era só meu.

Conforme fui crescendo, fui sentindo os limites.

Minha mãe logo percebia quando eu me mexia. A minha vontade era tomar conta de todo o seu corpo, mas eu não podia porque eu não era ela; eu era um ser distinto, para o qual foi reservado somente aquela bolsa.

Quando nasci, este espaço aumentou. Confesso que me senti um pouco perdido e comecei a chorar. Embora eu tivesse muito mais que uma bolsa para onde estar, surgiu o primeiro limite deste “espação”: eu teria de, naquele minuto, aprender a respirar. Por isso chorei. Chorando, meus pulmões começavam a aprender como teriam de fazer para deixar o ar entrar. Minha mãe não respirava mais por mim. Que saudade daquela bolsa!

Esta saudade não durou muito, pois logo o “espação” passou a ser delimitado. Puseram-me no colo, num berço, dentro de roupas, e comecei a me sentir mais seguro.

Em pouco tempo percebi que minha mãe não se alimentava mais por nós dois e novamente coloquei o chorador para funcionar, pois meu corpo me avisava que eu precisava me virar. A partir daí vieram os horários, e eu comecei a aprender que nem tudo é como a gente quer, na hora que quer e na quantidade que quer.

Fui crescendo, embora com todos esses limites, e continuei achando que o espaço grande e eu éramos a mesma coisa. Então fui aprendendo a resistir às limitações que a vida começava a me ensinar: não queria comer na hora de comer; queria comer somente os doces; não queria tomar banho; não deixava que cortassem as minhas unhas; queria o brinquedo maior, mais colorido e, se desse, um monte deste brinquedo de uma só vez.

Tinha a sensação de que eu controlava tudo. Meus pais, no entanto, não deixavam o controle na minha mão. Isto deu certo alívio, já que conheço um amiguinho que ficava com o controle e sofria muito; seu “espação” foi ficando cada vez maior, e ele tinha tudo o que queria, mas tinha um “baita” medo de, tão pequenininho, não dar conta daquela imensidão.

Eu chorava quando os meus pais me ensinavam, mas, como acontecia no meu bercinho, o choro me ajudava a entender mais um pouquinho desta vida.

Mais velho um pouco, não precisava mais chorar constantemente, pois aprendi a falar e logo usava esta aprendizagem para persuadir os meus pais. Eles não se deixavam enrolar e iam a cada dia mostrando que os limites nos ajudam a nos tornarmos humanos.

Meu amiguinho, aquele de quem falei há pouco, foi ficando cada vez mais “bicho”. Ele gritava muito, jogava-se no chão, chorava, batia, dava chutes e, no final, ele conseguia romper os tênues limites que lhe eram colocados e continuava com o controle nas mãos.

As pessoas não gostavam muito deles e começavam a chamá-lo de uns nomes difíceis, mas que queriam significar que ele não estava crescendo: Egoísta! Bobalhão! Chato! Insuportável! Cada vez que ele ouvia uma palavra destas, achava que isto é que era o correto e passava a fazer mais má-criações para fazer jus ao rótulo que lhe estavam dando.

Coitado! Com tanta coisa e sem paz. Á noite, dormia agitado; acho que também chutava os sonhos. De dia, não enxergava um passo diante do nariz.

Eu aprendi que, para ver “para além” de nós mesmos, é preciso encontrar obstáculos, pois estes fazem com que possamos buscar saídas e olhar para os lados, para frente e para trás. O que muita gente acha que é ruim, como um “não” na hora que queremos muito alguma coisa, é o que vai manter acesa a chama do desejo e vai, certamente, fazer com que possamos encontrar formas mais adequadas de obtermos o que queremos. Este esforço que fazemos para romper barreiras é o que provoca nosso crescimento emocional e cognitivo.

Acho que é por isso que eu estou aprendendo as coisas tão rapidamente na escola, pois meus pais me ensinaram que o “não” é algo que faz parte da nossa vida. Já o meu amiguinho está tendo muitas dificuldades; não aceita as regras existentes, pois sua vida foi sempre de satisfações imediatas.

Fico pensando que, quem tem tudo o que quer, na hora que quer, apaga a chama do desejo, não precisa mais de nenhum esforço e, assim, não cresce.

Já imaginaram alguém sem desejo? Eu penso que este alguém se torna insaciável, já que não precisa buscar, esperar, está sempre engolindo coisas, como elas vêm. E quem consegue aprender, alimentar-se, engolindo sem mastigar, sem digerir, sem selecionar o que é bom e precisa permanecer além daquilo que se pode deixar de lado?

Por isto, agora que estou bem maior, entendo que limites na dose certa não nos fazem sofrer. Pelo contrário, permitem que aprendamos a lutar por aquilo que desejamos, aprendendo a ficar forte para enfrentar as dificuldades e aprendendo a contra-argumentar para que os limites não se tornem rígidos demais e impossíveis de ser flexibilizados caso precisemos.

Por isso, pais de todo o mundo, não deixem de colocar limites nos seus filhos, pois é assim que vocês estarão possibilitando que eles se tornem verdadeiros cidadãos e seres mais humanos.


Laura Monte Serrat Barbosa in Páginas Abertas. Paulus. 2004. Número 20. pp. 18 e 19


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

HISTORIAS

PARA QUEM PRECISA DE HISTORIAS COM DESENHOS
Tenho um numero maravilhoso de historias com desenho , terei o grande prazer de compartilhar com as amadas, mande um email para mim que terei o prazer de enviar.
Deixe por favor um recadinho
daysevdutra@yahoo.com.br

HISTORIAS COM USO DE REGUA E UM VISUAL DIFERENTE
















PARALITICO DE CAFARNAUM








































MARIANA FLOR














































O SURDINHO

Essa história me faz lembrar das muitas dificuldades e situações que minha mãe enfrentou para proteger meu irmão, que nasceu com deficiência auditiva. O descaso, desprezo, a falta de paciência, humilhações e deboches que toda a família passou por causa da falta de amor ao próximo por parte de muitos e pela ignorância de não saberem lidar com pessoas deficientes.
Ao contar essa história tenha cuidado com as palavras, não dê ênfase ao morte do garoto surdo e sim a comportamento errado das crianças que eram normais. Mostre aos pequenos que devemos respeitar a todos, independentemente da sua aparência física, classe social ou qualquer outro fator que faça alguém diferente deles.
Como Jesus, o garoto da história também foi perseguido e acabou morrendo. O garoto também sentiu tristeza com o que estavam fazendo com ele. Converse com as crianças sobre esse sentimento e como elas enfrentam. Conte que Jesus por muitas vezes também se entristeceu e que Deus sempre fica triste com as coisas erradas que fazemos.

A meninada toda estava na rua. Como era divertido brincar com o surdinho?

- Sur – di – nho! Sur – di- nho! – chamavam os meninos.

E batiam nele de um lado e do outro. O menino surdinho ficava até tonto.

Os garotos às vezes caçoavam tanto dele, mas tanto, que o surdinho corria pra casa, chorando, chorando.

Um dia os meninos abusaram demais. Chegaram até a lhe dar tapas, pisar nos pés, beliscar e empurrar com tanta força que Surdinho caia no chão.

Queria ir para casa, mas não podia... Os moleques o agarravam...

Assim que conseguiu escapar, fugiu, deixando os moleques rindo e caçoando dele.

Mamãe, - vocês sabem como são as mamães – logo percebeu que alguma coisa não ai bem. Correu e abraçou o Surdinho.

- Que foi filhinho, que foi?

Ele também abraçou a mamãe e chorou muito, muito. Depois enxugou os olhinhos, ameaçou um sorriso, jogo um beijo para mamãe e saiu. Ela estava fazendo o almoço e com gestos falou que ele não se demorasse.

Mamãe ficou em casa com um aperto no coração.

Surdinho passou escondido pela rua. Quando viu um menino, entrou num jardim até que o garoto sumiu. Olhou dos lados e não viu ninguém. Começou a correr, até ficar muito cansado. Daí começou a andar devagar. Estava tão distraído que nem sabia por onde andava. Seu coraçãozinho estava muito apertado. Sabem? Ele se achava fora da cidade. Longe, não?

De repente, Surdinho viu o trilho do trem. Começou a andar nele e a se equilibrar. Pulava nos paus que seguravam os trilhos. Achou tão gostoso brincar ali, sozinho, que até começou a sorrir. E pulava, pulava e ria bastante. Era a primeira vez que isso acontecia.

Sua mãe, lá em casa ficou aflita, e cada vez mais aflita. Lembrou-se do Surdinho, da sua tristeza, e pensou: “está acontecendo alguma coisa com ele”. Saiu correndo para a rua. Viu os meninos brincando.

- Hei? Sabem do Surdinho?

- Não está em casa?

- Não, ele saiu e não voltou. Ajudem-me a procurá-lo.

Surdinho continuava correndo pelo trilho, rindo, rindo.

- Piuí, apitou o trem, lá longe.

Mamãe ouviu aquele apito e gritou:

- O trem, o trem!

Ela correu em direção à linha do trem. Os meninos foram atrás.

- Piuí, apitou o trem mais forte, mais perto.

De longe mamãe viu o Surdinho pulando, pulando e o trem se aproximando.

As crianças começaram a gritar. Ficaram desesperadas. Queriam passar na frente do trem.

- Surdinho! Surdinho! Gritavam. Mas ele não ouviu nada, nem mesmo o apito do trem.

Mamãe chorando, gritou: “Filhinho!”

O maquinista do trem viu o menino, tentou brecar, mas não deu tempo...

Agora o Surdinho estava feliz no céu, com Jesus. Ninguém caçoava dele e podia ouvir tudo, tudo. Ouvia a voz de Jesus, tão meiga e amiga. Voz que ele, aqui na terra já conhecia, porque era um garoto que andava no caminho de Deus. Nunca faltava na Escola Dominical. Era obediente e bom.

Surdinho estava agora na sua casa de verdade. Na casa do Pai, onde só havia alegria. Quem é de Jesus não precisa ter medo de morrer.

Alguma vez você já dormiu no carro do papai? E ele o pegou no colo, o levou com carinho para sua caminha? Quando você acordou no dia seguinte, não estava mais no carro e sim na sua caminha.

A morte é assim. Você dorme aqui na terra e Jesus, com carinho leva você para a outra casa. Quando acordar no dia seguinte, não está mais na terra e sim no céu, no lugar de delícias. Isto foi o que aconteceu com o Surdinho.

Mas os meninos, estes sim, choravam arrependidos. Haviam maltratado tanto o Surdinho, que pena ...!

Agora o jardim perdeu a graça. A rua ficou triste sem o Surdinho. As crianças não quiseram mais brincar na calçada. Mas elas nunca mais caçoaram de outro menino. Nunca mais jogaram pedra num aleijado. Nunca mais riram de um bobinho. Nunca mais bateram num surdinho. Nunca mais, nunca mais.

E vocês?

Disse Jesus: “Amarás a teu próximo como a ti mesmo” – Mateus 22.39




Maçãs da Tentação























































Não lembro o blog que encontrei mas e a historia e linda

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

ONU legaliza pornografia infantil e prostituição

ONU legaliza pornografia infantil e prostituição

Judith Reisman
Considere a recente reportagem da WND sobre recente abertura, na Escócia, da pornografia de internet para as crianças nas escolas, durante o horário de almoço, graças à Convenção dos Direitos da Criança da ONU, atualmente não-ratificada pelos reprimidos EUA.
Os “direitos da criança” da ONU incluem o condicionamento das crianças à prostituição e pornografia “consensual” e o “direito” de ser usada por qualquer canalha que elas “escolham.” Os pais que protestarem correm o risco de serem presos ou tachados de loucos.
Embora a Convenção dos Direitos da Criança da ONU, de 2010, evite a linguagem incendiária dos últimos anos, empregam-se os mesmos dispositivos de comercialização sexual de crianças.
“Artigo 1 (Definição de criança): A Convenção define ‘criança’ como uma pessoa abaixo da idade de 18 anos, a menos que as leis de um país em particular estabeleçam uma idade legal adulta inferior a essa”. Isso permite deliberadamente que qualquer idade seja redefinida como adulta.
Tradução: Países com prostituição ou pornografia legais e “idade adulta” inferior podem comercializar prostituição/pornografia infantil. Os autores dos “direitos” sabem que a idade adulta pode se tornar qualquer idade, dependendo da idade do(s) parceiro(s). A idade de consentimento da Espanha hoje é de 13 anos, a pornografia legal e a prostituição legal, na prática.
O artigo 17 diz: “(Acesso a informação; mídia de massa): As crianças têm o direito de obter informações que sejam importantes para sua saúde e bem-estar…”
Muito material internacional pornográfico e material fraudulento da Federação Internacional de Planejamento Familiar [a maior rede mundial de abortos] travestido de educação sexual e prevenção à AIDS é considerado bom para a “saúde e bem-estar” das crianças. Da mesma forma, “livros para crianças” mentem e violam sexualmente a criança leitora.
O Artigo 13 é a lei de acesso à pornografia: “A criança terá o direito à liberdade de expressão… a receber e compartilhar informação e ideias de todos os tipos, independentemente de fronteiras, seja oralmente, por escrito ou por via impressa, na forma de arte ou através de qualquer outra mídia da escolha da criança.”
Então, um educador pedófilo escocês organiza o acesso a “todas” as mídias para qualquer idade, de 1 a 18 anos. Livre “expressão... independentemente de fronteiras, seja oralmente, por escrito ou por via impressa, na forma de arte ou através de qualquer outra mídia da escolha da criança” é uma escolha da criança.
O artigo 15 às crianças de qualquer idade a “liberdade de associação e reunião pacífica. Nenhuma restrição pode ser colocada no exercício desses direitos” se eles forem legais e não violarem a segurança pública, etc. É ilegal aos pais impedirem as crianças de más ações, etc. Bilhões podem ser ganhos por meio destes artigos “de proteção” à criança.
Artigo 16: autoriza a prisão dos pais que interferirem nas atividades de um cafetão, pois as crianças estão protegidas contra “toda interferência arbitrária ou ilegal em sua privacidade… honra ou reputação.”
O artigo 24 prevê os serviços e a educação sobre o planejamento familiar como “serviço de saúde,” “abolindo práticas tradicionais prejudiciais à saúde das crianças.”
Tradução: a contracepção infantil, vacinação compulsória contra doenças venéreas e aborto como “proteções” infantis em documentos internacionais de assistência.
Nenhum dos “direitos” identifica imagens sexuais explícitas como “materiais que poderiam prejudicar as crianças.”
Por que será que os que trabalham para o UNICEF são sempre pintados como mocinhos? Na edição de primavera de 1991 do Journal of Pedophilia [Revista de Pedofilia], o autor lamenta o diretor belga do UNICEF tenha sido condenado pelo estupro, tortura, prostituição e pornografia na área de laboratórios da ONU que fica no subsolo da ONU. Os pedófilos protestaram, alegando que “Desde o caso Dutroux [UNICEF] na Bélgica, a televisão e os jornais estão cheios de notícias sobre pedofilia de um modo pejorativo e negativo.”
Puxa, não os jornais americanos. Embora a condenação de um notório grupo de pedófilos que regularmente abusava sexualmente de crianças no porão do escritório central do UNICEF seja de interesse significativo para os americanos, nem o UNICEF nem a imprensa americana acharam isso uma notícia digna de se noticiar, protegendo a imagem e a renda da UNICEF.
O UNICEF fornece nutrição básica, água potável, serviço sanitário, serviços emergenciais e instrução fundamental. Entretanto, os “direitos sexuais das crianças” do UNICEF significam que a raposa está guardando o galinheiro e comendo bem.
A Dra. Judith Reisman trabalhava como especialista em abuso sexual infantil e crimes envolvendo pornografia a serviço do Departamento de Justiça, Justiça Juvenil e Prevenção da Delinquência dos Estados Unidos, e autora de vários livros, o mais novo dos quais é: “Sexual Sabotage: How One Mad Scientist Unleashed a Plague of Corruption and Contagion on America.” [Sabotagem sexual: como um cientista louco desencadeou uma praga de corrupção e contágio na América]. Mais informações estão disponíveis no seu site.
Artigo original: WND.
Tradução do blog DEXTRA, feita por recomendação e a pedido de Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com